Abordagem

Um olhar psicanalítico para aquilo que nem sempre conseguimos dizer diretamente.

A Psicanálise considera que parte importante de nossa vida psíquica não está imediatamente disponível à consciência. Por isso, a escuta clínica vai além do conteúdo literal da fala.

A fala ocupa um lugar central

Na clínica psicanalítica, falar não significa apenas relatar fatos. Enquanto a pessoa fala livremente sobre o que vive, diferentes sentidos podem aparecer: contradições, repetições, lembranças, afetos e modos de se relacionar que antes pareciam desconectados.

Por que repetimos certas situações?

Nem sempre nossas escolhas são totalmente conscientes. Às vezes percebemos que determinados conflitos, vínculos ou sentimentos retornam de formas diferentes. A terapia pode ajudar a investigar o que essas repetições comunicam sobre nossa história e nossos modos de desejar, temer e buscar reconhecimento.

Não se trata de receber respostas prontas

A proposta não é dizer quem você deveria ser ou entregar uma receita de comportamento. O trabalho clínico busca favorecer a construção de sentidos próprios e ampliar a possibilidade de escolha diante daquilo que antes parecia automático.

Uma referência clássica

Freud descreveu os sonhos como uma “via régia” para o conhecimento do inconsciente. Na clínica contemporânea, essa ideia ajuda a lembrar que sonhos, lapsos, fantasias, sintomas e repetições podem ser escutados como produções que carregam sentidos singulares.

Minha forma de trabalhar: uma escuta acolhedora, mas não superficial; cuidadosa, mas sem infantilizar; aberta à complexidade de cada história.

Talvez compreender seja o começo de fazer diferente.

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